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	<title>Comentários sobre duasficha</title>
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	<description>crítica &#38; jogatina</description>
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		<title>Comentário sobre Problematizando o conceito de arte nos videogames: 01 &#8211; considerações gerais por Freeman</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2008/01/04/problematizando-o-conceito-de-arte-nos-videogames/#comment-18</link>
		<dc:creator>Freeman</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 14:03:11 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.wga.org/awards/awardssub.aspx?id=1516 - olha a categoria lá de baixo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.wga.org/awards/awardssub.aspx?id=1516" rel="nofollow">http://www.wga.org/awards/awardssub.aspx?id=1516</a> &#8211; olha a categoria lá de baixo&#8230;</p>
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		<title>Comentário sobre Queime no inferno, Roger Ebert! por antônio xerxenesky</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/12/18/queime-no-inferno-roger-ebert/#comment-17</link>
		<dc:creator>antônio xerxenesky</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 16:00:23 +0000</pubDate>
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		<description>não, não, leu errado, Pedro. O Ebert disse que os videogames são interativos e POR ISSO não podem ser arte. :P
É mais viagem ainda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não, não, leu errado, Pedro. O Ebert disse que os videogames são interativos e POR ISSO não podem ser arte. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
É mais viagem ainda.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Queime no inferno, Roger Ebert! por Pedro Xerxenesky</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/12/18/queime-no-inferno-roger-ebert/#comment-16</link>
		<dc:creator>Pedro Xerxenesky</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 16:26:21 +0000</pubDate>
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		<description>Em relação à interação que, supostamente, Roger Ebert afirmou os videogames não possuirem, procure no google pelo termo &quot;Interactive Storytelling&quot; ou algo similar...
Devo assumir que não fiz isso... Só já ouvi falar... Deixo a tarefa mais difícil para vocês, meus caros amigos, já que confio fervorosamente na tese de que o videogame é a maior arte inventada!! Depois, se acharem algo interessante, publiquem a recíproca! Abraços!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em relação à interação que, supostamente, Roger Ebert afirmou os videogames não possuirem, procure no google pelo termo &#8220;Interactive Storytelling&#8221; ou algo similar&#8230;<br />
Devo assumir que não fiz isso&#8230; Só já ouvi falar&#8230; Deixo a tarefa mais difícil para vocês, meus caros amigos, já que confio fervorosamente na tese de que o videogame é a maior arte inventada!! Depois, se acharem algo interessante, publiquem a recíproca! Abraços!!</p>
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		<title>Comentário sobre Queime no inferno, Roger Ebert! por matias</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/12/18/queime-no-inferno-roger-ebert/#comment-15</link>
		<dc:creator>matias</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 03:36:06 +0000</pubDate>
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		<description>arte mesmo e roubar um carro e bater em putas em san andreas... isso sim é ser arteiro... &quot;/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>arte mesmo e roubar um carro e bater em putas em san andreas&#8230; isso sim é ser arteiro&#8230; &#8220;/</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Civilization como exemplo de dilema da agência histórica por Pedro (Doca)</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/11/13/civilization-como-exemplo-de-dilema-da-agencia-historica/#comment-14</link>
		<dc:creator>Pedro (Doca)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 13:34:27 +0000</pubDate>
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		<description>eu pensei em jogos históricos pq baseados em fatos históricos e que propõem um jogo com a história, não que eles sejam históricos como acadêmicos ou outra coisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu pensei em jogos históricos pq baseados em fatos históricos e que propõem um jogo com a história, não que eles sejam históricos como acadêmicos ou outra coisa.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre A escolha do console da nova geração é um ato político por Pellizzari</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/11/10/a-escolha-do-console-da-nova-geracao-e-um-ato-politico/#comment-13</link>
		<dc:creator>Pellizzari</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 13:43:26 +0000</pubDate>
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		<description>Não existe empresa mais fascista que a Nintendo. Mario é Mussolini fazendo gestos amplos para as massas. 

Desenvolverei.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe empresa mais fascista que a Nintendo. Mario é Mussolini fazendo gestos amplos para as massas. </p>
<p>Desenvolverei.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre A escolha do console da nova geração é um ato político por ChoKo</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/11/10/a-escolha-do-console-da-nova-geracao-e-um-ato-politico/#comment-12</link>
		<dc:creator>ChoKo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 23:39:37 +0000</pubDate>
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		<description>eu devo ser fascista!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu devo ser fascista!</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Civilization como exemplo de dilema da agência histórica por ChoKo</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/11/13/civilization-como-exemplo-de-dilema-da-agencia-historica/#comment-11</link>
		<dc:creator>ChoKo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 23:30:47 +0000</pubDate>
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		<description>dá pra aumentar um pouquinho pegar alguns referenciais teóricos .. juntar com três ou quatro que se disponham a escrever sobre o tema e publicar uma &quot;anos 90&quot; especial história e games!

eu curti ... apesar de não conseguir enxergar os games ditos &quot;históricos&quot; como históricos .. para mim eles são apenas &quot;baseados em fatos históricos&quot; ... assim como nos romances do Bernard Cornwell são os detalhes de &quot;estórias&quot; sem possibilidade de confirmação que dão o toque especial e atraem nos jogos ....  to pensando que deveria se voltar a usar &quot;estória&quot; e &quot;história&quot; .. assim como os alemães ... ficaria bem mais fácil de tentar explicar as coisas ... 

ahhh desisto ... gostei e.(ponto)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>dá pra aumentar um pouquinho pegar alguns referenciais teóricos .. juntar com três ou quatro que se disponham a escrever sobre o tema e publicar uma &#8220;anos 90&#8243; especial história e games!</p>
<p>eu curti &#8230; apesar de não conseguir enxergar os games ditos &#8220;históricos&#8221; como históricos .. para mim eles são apenas &#8220;baseados em fatos históricos&#8221; &#8230; assim como nos romances do Bernard Cornwell são os detalhes de &#8220;estórias&#8221; sem possibilidade de confirmação que dão o toque especial e atraem nos jogos &#8230;.  to pensando que deveria se voltar a usar &#8220;estória&#8221; e &#8220;história&#8221; .. assim como os alemães &#8230; ficaria bem mais fácil de tentar explicar as coisas &#8230; </p>
<p>ahhh desisto &#8230; gostei e.(ponto)</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Civilization como exemplo de dilema da agência histórica por Pedro (Doca)</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/11/13/civilization-como-exemplo-de-dilema-da-agencia-historica/#comment-10</link>
		<dc:creator>Pedro (Doca)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 21:48:39 +0000</pubDate>
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		<description>Claro que não podemos confundir nem confundo. Quando eu digo que não têm sentido é que a história acaba por não ter, na academia, sentido existencial pra aqueles que a estudam - isto é algo que se tenta abolir. Enquanto a história é uma narrativa também, seja de algo que aconteceu ou não, que oferece sentido existencial pra algumas pessoas.
E sim, a história tem um caráter de ficção enquanto construção - mesmo que tu tenha que falar algo da realidade (&quot;seja lá o que isso for&quot; mesmo, considero realidade como aquilo que é considerado realidade, sem sentido essencial) quando falo em história, na minha opinião ela não é puramente textual (o que não a invalida enquanto somente ser possível enquanto narrativa).
Eu queria ter precisado melhor o que seriam real, realidade, ficção e ficcional. No final do texto, quando falo em &quot;autonomia dos jogos do real&quot; seria da realidade como coisa essencial e necessária. 
De qualquer forma, colocando aqui uma pequena polêmica - talvez - não sei se considerar a história uma ficção é o bastante para dizer que ela não é uma realidade. Sendo assim, o jogo de história referencia as duas, realidade e ficção.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que não podemos confundir nem confundo. Quando eu digo que não têm sentido é que a história acaba por não ter, na academia, sentido existencial pra aqueles que a estudam &#8211; isto é algo que se tenta abolir. Enquanto a história é uma narrativa também, seja de algo que aconteceu ou não, que oferece sentido existencial pra algumas pessoas.<br />
E sim, a história tem um caráter de ficção enquanto construção &#8211; mesmo que tu tenha que falar algo da realidade (&#8220;seja lá o que isso for&#8221; mesmo, considero realidade como aquilo que é considerado realidade, sem sentido essencial) quando falo em história, na minha opinião ela não é puramente textual (o que não a invalida enquanto somente ser possível enquanto narrativa).<br />
Eu queria ter precisado melhor o que seriam real, realidade, ficção e ficcional. No final do texto, quando falo em &#8220;autonomia dos jogos do real&#8221; seria da realidade como coisa essencial e necessária.<br />
De qualquer forma, colocando aqui uma pequena polêmica &#8211; talvez &#8211; não sei se considerar a história uma ficção é o bastante para dizer que ela não é uma realidade. Sendo assim, o jogo de história referencia as duas, realidade e ficção.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Civilization como exemplo de dilema da agência histórica por milton</title>
		<link>http://duasficha.wordpress.com/2007/11/13/civilization-como-exemplo-de-dilema-da-agencia-historica/#comment-9</link>
		<dc:creator>milton</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 13:21:14 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Pedro. Interessante o teu texto. Só acho que não podemos confundir história com realidade. História é só um construto narrativo que dá sentido aqueles fragmentos que tu diz não terem sentido (a priori). É, na verdade, uma tentativa de estabelecer o contexto de práticas sociais que deixam marcas materiais mais ou menos investigáveis. Ou seja, a referência que &quot;jogos históricos&quot; fazem não é em direção a realidade (seja lá o que isso for), mas referenciam - de fato - uma outra ficção.  De qualquer forma, concordo contigo na questão do que define um jogo de história: a possibilidade de criar, dentro das regras de uma ficção, uma narrativa que se pareça com a narrativa da história. E isso é possível porque se trata de um jogo em que as metas são representadas como sendo uma abstração do acúmulo de território, de capital e de conhecimento - e acho que a criação de um modelo matemático que permita uma inter-relaçao entre essas variáveis é o que dá &quot;verossimilhança&quot; ao Civ.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Pedro. Interessante o teu texto. Só acho que não podemos confundir história com realidade. História é só um construto narrativo que dá sentido aqueles fragmentos que tu diz não terem sentido (a priori). É, na verdade, uma tentativa de estabelecer o contexto de práticas sociais que deixam marcas materiais mais ou menos investigáveis. Ou seja, a referência que &#8220;jogos históricos&#8221; fazem não é em direção a realidade (seja lá o que isso for), mas referenciam &#8211; de fato &#8211; uma outra ficção.  De qualquer forma, concordo contigo na questão do que define um jogo de história: a possibilidade de criar, dentro das regras de uma ficção, uma narrativa que se pareça com a narrativa da história. E isso é possível porque se trata de um jogo em que as metas são representadas como sendo uma abstração do acúmulo de território, de capital e de conhecimento &#8211; e acho que a criação de um modelo matemático que permita uma inter-relaçao entre essas variáveis é o que dá &#8220;verossimilhança&#8221; ao Civ.</p>
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